quarta-feira, 16 de maio de 2018

Duarte Pinheiro afirma: meu cliente não é traficante


Quinta-feira- 17 de maio de 2018
Homem foi preso em 27 de abril com 62 gramas de maconha
Para o delegado Rafael Vitola Brodbeck, J.M.G., preso após um mandado de busca e apreensão autorizado pela justiça em 27 de abril deste ano, o que culminou em uma prisão em flagrante por tráfico de entorpecentes, intencionava formar uma rede para o ato ilícito em Piratini.

Trancafiado no Presidio Estadual de Canguçu o homem de 25 anos já está solto e retornou à cidade informou seu defensor, advogado Wilbor Duarte Pinheiro, que ao defender seu cliente para nossa reportagem rechaçou as declarações do titular da DP de que o então preso é ou estava entre os grandes deste tipo de crime no município.

“Estou surpreso com tais declarações e justifico esta surpresa porque com meu cliente foi encontrada apenas 62 gramas de maconha, algo em minha opinião é muito pouco para enquadramento por trafico de drogas. A quantia flagrada não estava embalada param venda, não havia balança de precisão e por fim, o valor encontrado com ele,  R$ 1.392,00 não estava dividido em notas pequenas como, dois, cinco e dez reais, o que demonstraria a venda e sim, cédulas de cinquenta e cem reais”, argumentou Duarte Pinheiro.

Para o causídico não restam dúvidas de que J.M.G que a quantia encontrada com o mesmo lhe torna usuário e não traficante, e que os fatos apontados pela Polícia Civil nas observações noturnas à distância, as chamadas “campanas, servirão na instrução do processo posteriormente, mas não deveriam servir para prisão em flagrante.

“Achei um absurdo o encarceramento diante do que foi encontrado, mas isso tem sido recorrente. Tinha convicção de que reverteria a situação no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, o que sem surpresas para nós acabou ocorrendo, mas o fato serviu para liquidar a vida social de alguém ainda muito jovem, que saiu da cadeia para se tratar, mas que jamais conseguirá emprego em uma cidade de vinte mil habitantes”, disse o advogado.

Ao finalizar, Duarte Pinheiro destacou que as provas apontadas só absolvem seu cliente, pois não houve a necessidade de defesa oral no julgamento do mérito junto aos três desembargadores, sendo apenas o suficiente ao impetrar habeas corpus a análise do relator para mandar soltar o então preso, o que geralmente é muito difícil.



Nael Rosa- redator responsável
Contato: 53-84586380
email:naelrosa@nativafmpiratini.com


terça-feira, 15 de maio de 2018

Empresário é preso com material furtado de escola


Terça-feira- 15 de maio de 2018
Empresário já foi investigado por tráfico e participação em homicídio
O delegado Rafael Vitola Brodbeck só não está surpreso com o resultado do cumprimento de um mandado de busca e apreensão deferido pelo juiz da comarca e executado na tarde da segunda-feira, 14, porque o receptador já tem ficha policial, pois foi processado ou investigado por tráfico de drogas e participação em homicídio.

Com 39 anos e proprietário de uma lancheria e uma loja de confecções na Avenida Maurício Cardoso, o empresário de 39 anos foi flagrado com material de construção furtado do Instituto de Educação Ponche Verde, em reformas há dois meses.

O produto do furto que foi encontrado pela Polícia Civil no depósito dos endereços comerciais, foi repassado ao receptador por um funcionário da empresa que executa a obra.
Ele, MSG, foi levado à delegacia sendo libertado para responder o processo ao pagar fiança arbitrada pelo delegado em R$ 1.800,00.

“O receptador, sua companheira e o funcionário responsável pelo furto apresentaram três versões diferentes para justificar o motivo o qual o produto levado da escola se encontrava onde flagramos, o que demonstra o não encadeamento dos fatos conforme a lógica de cada um” comentou Brodbeck.

Conforme o delegado o produto furtado seria ou foi trocado por dinheiro, drogas ou algum outro objeto.

A ação do funcionário da reforma que tentou justificar seu ato por não ter recebido segundo ele o vale-refeição, irritou o policial.

“Há uma perda de referencial moral terrível. Este caso é mais um que demonstra que parece ser moral ter vantagem sobre os outros e em minha opinião as pessoas tem muitas vezes governantes corruptos e canalhas por também serem assim. Esse empresário não se emenda e enquanto ele estiver cometendo crimes estaremos no seu encalço”, finalizou.

Nael Rosa- redator responsável
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segunda-feira, 14 de maio de 2018

Sicredi proporciona ampliação e reforma de casas

Cooperativa proporcionou pagamento do credito em até 60 meses
O Sicredi novamente se tornou a principal via para possibilitar a realização de uma das grandes metas que quem objetiva ampliar ou reformar a residência escolhida para acolher a família.

Na sexta, 11 e também no sábado 12, a agência da primeira capital farroupilha em parceria com a Loja Garibaldi Materiais de Construção, proporcionou o “Dia da Construção e Reforma” onde inúmeras ofertas e descontos especiais foram colocados à disposição da comunidade piratiniense.

Para que todos que pretendem realizar o sonho de construir sua moradia ou torna-la mais confortável com a necessária ampliação, o Sicredi financiou o valor retirado em até 60 meses. Isso: são cinco anos para quem aproveitou a oportunidade pagar todo o material de construção a ser utilizado pagando uma pequena parcela mensal.

Mas a facilidade principal e que torna esse crédito diferenciado, é que quem não perdeu essa grande oportunidade pode inserir no valor sacado também a mão de obra, ou seja, o pedreiro, o que geralmente é o problema principal na hora de construir, tanto na cidade como na zona rural, já que a agência local financiou ambas.

Sicredi: gente que coopera, cresce!


Nael Rosa- redator responsável
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Estação Rodoviária encerrará atividades este mês


Terça-feira- 15 de maio de 2018
Foto: Bruno Strelow
Após quatro décadas e meia, agora é oficial: a Estação Rodoviária de Piratini, no atual local onde funciona, Rua Osvaldo Aranha, entroncamento com a Avenida Gomes Jardim, será extinta dia 31 de maio.

A informação foi dada com exclusividade à reportagem por Núbia Lucas, da empresa LUCAS & CIA LTDA, que explora o serviço a gerações. Ela distribuiu uma nota onde agradece inúmeras pessoas, mas onde também aponta os motivos que fizeram a família desistir de continuar à frente do negócio.

“De uns tempos pra cá se tornou inviável financeiramente continuar com o serviço devido a inúmeros fatores, como a diminuição de linhas e os novos regramentos para a venda de passagens”, explicou Núbia que amplia:

“Nosso estabelecimento se tornou mais  um banheiro público do que uma rodoviária, e o pior é que boa parte das pessoas não cuidam, o que acarreta gastos com a manutenção e nós na verdade nunca tivemos apoio de nenhum órgão público. Agora é o momento de o prédio receber uma reforma e ser alugado para outro fim”

Mas qual será a referência para as empresas, ônibus e passageiros que até agora chegam e partem na rodoviária? Essa indagação não tem resposta. Em contato com o fiscal da Empresa Embaixador, a maior do gênero que opera em Piratini, Eduardo Andrade, informou que a empresa ainda não tem uma posição definida, pois aguarda a definição se haverá ao menos um ponto de vendas de passagens.

“Por enquanto a empresa está só em análise interna de como será caso não haja esse ponto”, disse.

 O DAER que detém o poder de concessão, assim é responsável por abrir um novo processo licitatório, informou que a situação está sendo e que possivelmente até o final da semana se manifestará oficialmente sobre o que pretende fazer.

Abaixo, a nota emitida à imprensa

Comunicado e agradecimento …

 Foram 45 anos de História Trabalhando na Rodoviária!

Está chegando o dia de encerramos as atividades..

Dia 31de maio a LUCAS & CIA LTDA fecha suas portas depois de uma Vida num empreendimento que passou do  Vô Neco para mim e para minha prima Maristela.

Foram anos de dedicação, grandes e inesquecíveis amigos foram conquistados, conversas com as pessoas do interior, risadas, angústias....  uma grande História que nos orgulha!

Nos últimos anos eu e ela estamos juntas, mas desde que nasci trabalhou com a nossa família a Geni Motta, uma amiga e companheira que desde sua saída senti muita falta. 

Não vou dizer que meu emocional não está abalado, porque está! Foi a minha vida dentro da Rodoviária, Desde os 12 anos de idade, mas meu ciclo por aqui terminou... Agora é o momento de aproveitar  o que resta da vida, Viver sem horários regrados e com finais de semana!

Agradeço muito a população da minha amada cidade!!!!
Ficarei sempre à disposição de todos!
Núbia Lucas


Nael Rosa- redator responsável
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domingo, 13 de maio de 2018

MP aceita acordo sobre situação de camelódromo


Segunda-feira- 14 de maio de 2018
Procurador disse que estuda-se uma possível saída de forma administrativa
E não deve se resolver este ano a questão de táxis, trailers e do camelódromo em situação irregular por estarem instalados no Centro Histórico Farroupilha, o que tornou a prefeitura alvo de uma Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público (MP), que exige a subtração dos comerciantes e taxistas por entender que os mesmos estão ocupando o espaço urbano.

Em uma audiência que partiu do Poder Judiciário, MP e Procuradoria Geral do Município se reuniram e chegaram a um acordo onde ficou acertado que o município, responsável por autorizar as instalações no eixo central tombado, tem dois meses, prazo que já está correndo, para apresentar um plano de adequação, ou seja, um projeto para a reinstalação dos que estão, conforme a ação, irregulares.

Caso não haja a manifestação neste sentido dentro do novo prazo acordado, a prefeitura terá até dezembro para dar solução ao problema.

“O que está sendo feito não vamos tornar público neste momento, pois estamos decidindo interna e administrativamente”, disse Marcelo Taddei, procurador jurídico do município.

Pode ocorrer de a prefeitura não tomar nenhuma providência com relação ao assunto até o final de 2018. Se isso ocorrer, a partir daí e, com possibilidades grandes de acontecer em 2019, ao judiciário julgará o processo, e em caso de sentença favorável ou desfavorável à permanência do camelódromo, vendedores de lanches e táxis nos locais em que se encontram, caberá recurso às instâncias superiores da justiça, assim, a situação poderá ser protelada.
Nael Rosa
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